sexta-feira, 27 de abril de 2012

Ainda O 25 De Abril


"O conhecimento, mesmo se mínimo, da história, faz a grande diferença entre um eleitorado e um rebanho."
João Aguiar

E que diferença fará em relação aos eleitos?



quarta-feira, 25 de abril de 2012

25 De Abril

Salgueiro Maia

No dia 25 de Abril de 1974, comandou a coluna militar que saiu da EPC de Santarém e marchou sobre Lisboa, ocupando o Terreiro do Paço. Horas mais tarde, comandou o cerco ao Quartel do Carmo que terminou com a rendição de Marcelo Caetano. Foi membro activo da Assembleia do MFA, durante os governos provisórios, mas não aceitou qualquer cargo político no pós 25 de Abril.

Faleceu em Santarém, a 3 de Abril de 1992, vítima de cancro, no ano em que Cavaco Silva assina os pedidos de reforma de 2 inspectores da PIDE/DGS, António Augusto Bernardo, e Óscar Cardoso, um dos agentes que se barricaram na sede António Maria Cardoso e dispararam sobre a multidão, em 1974. Em 1989, o mesmo Cavaco Silva recusara conceder a Salgueiro Maia, quando este já se encontrava bastante doente, uma pensão por "Serviços excepcionais e relevantes prestados ao país".


Déjà Vu


10/07/07

22/04/12

quinta-feira, 19 de abril de 2012

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Um Perigoso Comunista



José Gomes Ferreira sobre as alterações nas pensões:


Este homem deve ser um perigoso comunista.

Daqueles mesmo maus.

Daqueles que dão aos velhinhos injecções letais atrás da orelha.

O gajo deve ser pago pela malta da Coreia, a do Norte.

Não?!

É pago pelo Pinto Balsemão?!

O da SIC?!

Isto foi cá na televisão do cantinho?!

Nesse caso...

O mundo é que está perigoso.


domingo, 15 de abril de 2012

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Era O Vinho Meu Deus Era O Vinho


Desde a antiguidade pré-clássica que encontramos em todas as civilizações marcas relativas à importância do vinho, nomeadamente a sua presença em vários rituais religiosos.
Na Bíblia, Israel é “a vinha do Senhor” e o vinho um dom de Deus.
No primeiro milagre de Jesus, este transforma a água em vinho e, na Última Ceia, quando se dirige aos apóstolos diz: “bebei todos dele; porque isto é o meu sangue, o sangue do pacto, derramado por muitos em remissão dos pecados” - fórmula ainda hoje usada na eucaristia, no ritual da comunhão.
O vinho parece pois estar desde sempre ligado a valores espirituais, sendo frequentemente visto como símbolo de hospitalidade.
Em Portugal,  a tradição vitivinícola exerceu, durante largas centenas de anos, influência de relevo na economia e consumo do povo, culminando na famosa frase de Salazar: “beber vinho é dar de comer a um milhão de portugueses”.

Vem isto a propósito das declarações da super-ministra Cristas, que o é da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território...

E o que diz ela?


Deve ser distração desta cambada de calaceiros, devem andar todos nos copos, na intenção generosa de arranjar trabalho aos demais, mas fizeram mal as contas e agora não sobra ninguém para produzir o vinhito.

A intenção era boa.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Visão De(o) Futuro


Gaspar explicou,

m...u...i...t...o    v...a...g...a...r...o...s...a...m...e...n....t...e,

ao contrário do que lhe é habitual, ou seja,

m...u...i...t...o    r...a...p...i...d...a...m...e...n...t...e,

que "o ano de 2015 é o ano imediatamente consecutivo a 2014".

Com mil milhões de macacos, raios e coriscos, bando de emplastros...

Isto é que é argúcia e visão de futuro...

Espero impacientemente notícias sobre o ano imediatamente consecutivo a 2015...

Belouro


O trasgo regressa hoje, após alguns dias sem acesso à net.

Nada de grave pelo que já vi. Isto é mais ou menos como seguir uma telenovela, podemos perder vários episódios que, quando voltamos a vê-la, percebe-se tudo e nada parece ter-se alterado.

Deve ser o que em História se chama a longa duração, podem falhar-nos uns fenomenozitos aqui e ali, mas a estrutura mantém-se inalterada e a nossa percepção das coisas continua válida.

Por exemplo, o empregado do Sr. Ângelo, o Correia, a eminência parda (atenção, parda, com d, não confundir com v), deste que diz que é uma espécie de governo, depois de dizer que os subsídios de férias e Natal eram intocáveis (por acaso a Constituição também o diz, mas prontús, não devemos ser piquinhas), cortou-os (eh lá, estou a falar dos subsídios, huh?), prometeu que os repunha, mas agora diz que talvez os reponha, talvez e não se sabe bem quando, nem como, nem quanto...

Enquanto isso, diz que há para aí um indivíduo que diz que é uma espécie de Presidente da República, mas tanto dou por ele quando tenho acesso à net e a jornais, como quando não...

Em contrapartida, diz que há para aí outro indivíduo que julga que é uma espécie de presidente, a assapar nas estradas nacionais a 199km à hora e depois manda o Estado pagar as multas (e as portagens também, digo eu, sei lá...).

Olhem, como diriam os Monty Python, e agora algo completamente diferente (ou talvez não, que eu por vezes baralho-me um bocadinho), sabem o que é um belouro?

Não sabem?

Então eu ensino.

É o que se chama em transmontano a uma bela duma poia.